O Projeto de Extensão Moviola Feminista, do curso de Comunicação Social, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) é um cineclube que perioricamente realiza trabalhos voltados para o audiovisual, onde não só as e os estudantes são beneficiades, mas também, toda a população mossoroense. A equipe de discentes e docentes montam programações que abarcam desde encontros para se debater cinema até a exibição de lives com alguém da área. E sobre isso, nesta terça (12), o Moviola Feminista irá realizar um bate-papo através de uma dessas lives com Lia Letícia, produtora audiovisual, diretora do curta-metragem Thinya (2019).

#paracegover: Lia está olhando para a câmera com o cabelo solto e cacheado. Ela tem olhos pretos, negra e veste uma camisa preta com flores e folhas. FOTOGRAFIA: desconhecido.

Lia é natural do município de Viamão-RS e o seu envolvimento com a arte começou por meio da cenografia em teatro e escola de samba. O audiovisual surgiu quando ela mudou-se para Olinda-PE, por volta da década de 90, quando começou a explorar a pintura nas suas diferentes formas e possibilidades. É aí que as experimentações e as tentativas empíricas de falar o que sentia deram geometria às suas primeiras investigações em videoarte e filmes, como autora ou até mesmo diretora das obras. 

A gaúcha-pernambucana Lia Letícia já teve seus trabalhos exibidos em festivais, exposições de arte, além de ter participado de diversas ações de cunho sócio-cultural, como o Cinecão ou a Escola Engenho, em Recife-PE. Lia coordena coletivamente projetos da Galeria MauMau e faz parte do Coletivo CARNI. Atualmente, está no processo de finalização de dois curtas, é co-roteirista e co-diretora da série Brasil Visual e está preparando uma exposição solo no Rio de Janeiro-RJ.

Diante dessa vasta experiência no audiovisual, o Moviola Feminista convidou Lia Letícia para participar de uma live, que será transmitida a partir das 18h, através do instagram @moviolafeminista_, para conversar sobre a sua obra Thinya (2019).

#paracegover: cartaz com o nome “Thinya” na parte superior. Ao centro, uma imagem em desenho do oceano, com espécies de ilhas entre ele. Na parte inferior, um texto com a ficha técnica e a realização, apoiadores e patrocinadores do curta. FOTOGRAFIA: cartaz oficial.

Saca só a sinopse: “Uma viagem ao velho mundo. Uma fantasia pós-colonial. Os trechos de um diário de um colonizador europeu no Brasil são traduzidos para o yatê, idioma do povo Fulni-ô, do interior de Pernambuco, e se sobrepõem a fotos de uma Europa do fim do século XX. Nesse jogo de montagem, o filme indaga: o discurso muda uma imagem?”.

Diz aí, no mínimo, instigante e curioso, não é mesmo?

Então não esquece: a live será logo mais, às 18h, no instagram do @moviolafeminista_.

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